Realizei o trabalho sobre Recursos Estilisticos.
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Tuesday, May 19, 2009
Tuesday, May 12, 2009
Ficha de leitura sobre a obra “O velho e o Mar” de Ernest Hemingway
Título: O Velho e o Mar
Autor: Ernest Hemingway
Indicações biográficas:
Ernest Hemingway nasceu a 21 de Junho de 1889 em Oak Park, Ellinois, Estados Unidos da América.
Após terminar os estudos secundários começou a escrever para o jornal “Star”.
Quando deflagrou a I Guerra Mundial, alistou-se na Marinha e foi aceite como motorista da ambulância da Cruz Vermelha, em Itália.
No final da guerra fixou-se no Canadá, na cidade de Toronto, onde prossegue a carreira de repórter. Em 1912, vai trabalhar como repórter para Paris. Foi por essa época que escreveu a obra “O sol também se levanta” que o tornou famoso, entre outras.
Em 1928 mudou-se para a Florida, onde permaneceu durante dez anos e escreve “Adeus às armas”, um romance inspirado na experiência que teve na I Guerra Mundial.
Fez várias viagens ao continente Africano e inspirado nessas vivências escreveu várias obras.
No início da Guerra Civil espanhola, foi para Espanha de onde recolheu argumentos para o filme “The Spanish Earth”.
Acabada a Guerra Civil em Espanha vai residir em Cuba, e aí vive até 1959. Em 1952 escreve “O Velho e o Mar”, o qual lhe vale o Prémio Pulitzer; mais tarde recebeu o Prémio Nobel da Literatura em 1954.
Após 1951 a doença enfraqueceu-o cada vez mais de ano para ano. Suicidando-se em 1961 com um tiro na cabeça.
Tipo de texto: Texto literário
Género literário: Género narrativo
Tema: Nesta obra Ernest Hemingway fala de um pobre e velho pescador que há muito tempo não apanha peixe e anseia por “um dos grandes”. Sai para o mar com esse objectivo e, passado algum tempo, apanha o peixe cuja captura proporciona uma longa e empolgante história, recheada de situações perigosas e imprevistas. Com grande relevo, o autor retrata neste livro a astúcia e a grande persistência com que o protagonista leva a cabo a sua tarefa.
A parte mais interessante desta obra surge quando o pescador luta contra os tubarões para defender a sua conquista, porque é nessa altura que há mais acção e situações de maior perigo.
A parte menos interessante desta obra decorre quando o peixe reboca o barco durante vários dias e o velho faz muitas reflexões, como por exemplo, sobre a dignidade humana e dos animais, o que torna esta parte a mais monótona deste livro.
Considero que valeu a pena ler este livro porque é uma obra literária de grande valor, e também porque gosto de pescar e algumas vezes passo dias sem apanhar peixe.
Esta obra fez-me reflectir sobre as dificuldades por que algumas pessoas passam para subsistir e a necessidade de sermos persistentes para atingir os nossos objectivos, bem como na “força” que o homem pode ter, para vencer as contrariedades, como diz o autor: “Um homem pode ser destruído, mas não derrotado. (pág. 109)”.
Friday, March 13, 2009
Carta de Reclamação
Sandra Patrícia Oliveira Gonçalves
Rua da Ameixoeira, 348
4750-626 Barcelos
Barcelos, 10 de Março de 2009
Exmos. Senhores,
Lamento comunicar a V. Exas. que adquiri um computador portátil, que possui um defeito de fabrico.
Logo que percebi que as entradas USB não funcionavam, dirigi-me à loja “MegaTronica”, onde fui informada que esta não se responsabilizava pelo defeito. Isto porque a empresa só é responsável pela distribuição.
Agradeço que resolvam este problema o mais rápido possível. Seja com a substituição do computador ou com o reembolso do meu dinheiro.
Com os melhores cumprimentos
Sandra Gonçalves
Texto descritivo
Um dos compartimentos que mais me agradou na visita a uma casa foi um quarto
Um quarto muito amplo. Em frente à porta existia uma enorme janela, com vista para o mar, junto da janela estava um armário com varias divisões, numa delas encontrava-se um televisor. Nas prateleiras via-se fotografias de amigos, livros entre outros objectos. Por baixo do televisor encontravam-se duas portas que, quando abertas, mostravam fotografias, recortes, desenhos e muitos objectos do seu ídolo. De frente para o armário e perto da porta estava a sua cama, ao seu lado direito uma pequena mesa. Sob esta estava um pequeno candeeiro e uma moldura digital onde se via uma foto sua ao lado da sua cara-metade. Enquanto do lado esquerdo da porta estava uma outra porta, que escondia um longo corredor. As paredes estavam tapadas pelo guarda-fatos. Ao fundo do corredor estava uma porta que levava a uma casa de banho. Quando voltava-mos ao quarto observava-se uma secretária com um computador portátil.
Thursday, January 29, 2009
O Mundo da publicidade
A publicidade pode ser útil para informar as pessoas sobre os perigos que podem correr, mas ao mesmo tempo pode ser enganosa, pois por vezes as pessoas que estão a comprar um produto mas no entanto o produto não é o que pensam.
Deveríamos confiar na publicidade?
Na altura em que vivemos é impossível passar um dia sem ter contacto com a publicidade. encontramo-la em todos os lugares desde veículos às mensagens no correio electrónico ou no telemóvel. A publicidade por vezes é enganosa pois os consumidores não dão muita importância às letras pequenas que passam no rodapé do televisor, que se encontram na parte de baixo e por vezes na parte de trás dos placares, o mesmo acontece quando ouvem as frases que são ditas muito rapidamente, isto no caso da rádio. Mas em contrapartida existe a publicidade institucional ou não comercial que informa a população sobre as acções que devem ter, o que devem fazer em situações difíceis, as campanhas de solidariedade que se irão realizar e outras informações, que não pretende comercializar um produto. A publicidade necessita de ser original e diferente das outras. Por vezes a publicidade modifica músicas conhecidas, imagens e obras de arte, isto para captar a atenção dos consumidores.
Este ano será um ano de crise, e por isso as pessoas não se devem influenciar pela publicidade comercial pois isso fará com que tenha mais gastos do que o que é essencial para o seu dia-a-dia.
Tuesday, December 9, 2008
História de D.Pedro e D.Ines de Castro
El-Rei D. Afonso IV, Senhor de brandos costumes e firme de valores não aprova tal relação, uma vez que Pedro era casado com D. Constança Manuel, então manda exilar Inês no Castelo de Alburquerque, na fronteira espanhola, em 1344. No entanto, a distância não apagou o amor entre os dois apaixonados e, segundo a lenda, continuavam a corresponder-se com frequência.
Em Outubro do ano seguinte, Constança morreu ao dar à luz o futuro Fernando I de Portugal, deixando Pedro viúvo. Pedro manda regressar Inês do exílio e os dois foram viver juntos para sua casa, vivendo em maridança, o que provocou grande escândalo na corte, para enorme desgosto de El-Rei seu pai. Começa então grande desvario entre o Rei e o Infante.
D. Inês tinha dois irmãos e uma irmã. D. Pedro depressa fica íntimo dos irmãos de D. Inês - Fernando de Castro e Álvaro Pirez de Castro - o que nada agradava aos fidalgos da corte que foram criando várias intrigas junto do velho Rei Afonso, já de si estava magoado com a rebeldia do filho.
D. Afonso IV tenta remediar a situação casando de novo o seu filho com uma dama de sangue real. Porém, Pedro rejeita tal situação alegando que sentia ainda muito a perda de sua mulher Constança e que não conseguia ainda pensar, de novo, em casamento. No entanto, fruto do namoro de Pedro e Inês, vão surgindo um após outro, filhos: Afonso (que morre pouco depois de nascer), João, Dinis e Beatriz.
O aparecimento desses filhos foi novo desastre que, ainda mais, veio agudizar a situação já de si difícil. A história de Portugal e Espanha estava cheia de casos de situações embaraçosas e perturbações graves provocadas por filhos ilegítimos;
Por essa altura, Espanha encontrava-se em graves a morte de Afonso XI. O reinado de D. Pedro, O Cruel, de Espanha, estava a ser complicado. Os irmãos de Inês tentam Pedro a juntar os reinos de Leão e Castela a Portugal, pois Pedro era, por sua mãe, neto de D. Sancho IV. Chegam em 1354 a convencer Pedro a pôr-se à frente da conjura, proclamando-se pretendente às coroas castelhana e leonesa. Foi novamente a intervenção enérgica do Afonso IV que evitou que tal sucedesse. O Rei Afonso sempre se manteve numa linha de neutralidade, abstendo-se de intervir na política de outras nações, o que lhe permitia paz e respeito perante a comunidade internacional. Ora estas conspirações em que Pedro se envolvia no país vizinho podiam comprometer tudo.
Para incendiar mais ainda a situação, querem fazer crer a Afonso IV que os Castros queriam ver o Infante Fernando assassinado, uma vez que era ele o sucessor de Pedro, e não os filhos resultantes da sua união com Inês. O monarca vê o seu coração amargurado e vê-se no meio de uma trama que só ele podia resolver. A culpa de tudo era aquela mulher de nome Inês.
Assassinato de D. Inês
O que começou como um simples incidente de família assumiu as proporções de um gravíssimo caso político de alta importância. O rei Afonso IV decidiu então que a melhor solução seria matar Inês para livrar o filho de tais amores. Depois de alguns anos ao Norte, Pedro e Inês tinham regressado a Coimbra e se instalado no Paço de Santa Clara, mandado construir pela avó de Pedro, a Rainha Santa, que nele viveu os últimos tempos da sua vida e que tinha desejado que fosse habitação exclusiva de Reis e Príncipes descendentes dela com as suas esposas legítimas.
Corre o boato de que o Príncipe tinha casado secretamente com Inês. Na tentativa de saber da verdade da história o Rei manda dois conselheiros seus dizerem que Pedro podia se casar livremente com Inês se assim entendesse correcto. Pedro, inteligente e audaz, percebeu que tal generosidade só podia tratar-se de uma cilada e respondeu que não pensava casar-se com Inês. A intriga fervilhava cada vez mais acesa em torno do Rei.
A morte de Inês fez com que Pedro se revoltasse contra Afonso IV, que responsabilizou pela morte, e provocou uma sangrenta guerra civil entre irmãos. A rainha Beatriz interveio e, após meses de luta, a paz foi selada em Agosto de 1355.
Wednesday, December 3, 2008
Leituras
Neste momento estou a ler o livro “Brasil! Brasil!” de Ana Maria Magalhães e de Isabel Alçada.
Estou a gostar muito porque fala de dois jovens que fazem viagens a outros séculos.
Wednesday, November 5, 2008
Luis de Camões
Não são muitas as informações sobre a vida de Camões, pois enquanto ele viveu nenhum de seus contemporâneos fez qualquer referência à sua pessoa. Somente depois da morte de Camões é que houve breves referências à sua vida, feitas por escritores que o conheceram. No entanto, seus dados biográficos puderam ser estabelecidos tanto a partir de alguns poucos documentos relativos a ele e à sua família, como a partir das muitas alusões à sua própria vida que se encontram ao longo de toda sua obra.
Infância e Juventude.
O local de nascimento de Camões não foi determinado com certeza absoluta. Provavelmente nasceu em Lisboa. A data de seu nascimento também é incerta. Pode-se apenas dizer que nasceu em torno de 1524. Sua família, apesar de pertencer à nobreza, tinha poucos recursos. Seu pai se chamava Simão Vaz de Camões e sua mãe, Ana de Sá ou de Macedo. Camões deve ter estudado no colégio do mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, do qual era prior seu tio Dom Bento de Camões, que também era chanceler da Universidade de Coimbra. Dom Bento provavelmente patrocinou e orientou a formação de seu sobrinho. Não há provas de que Camões tenha cursado a universidade, mas os conhecimentos que adquiriu durante esse período de formação, e que ficam evidentes em toda a sua obra, são igualados por raríssimos poetas europeus de sua época. Certamente leu, entre outros, Homero, Horácio, Virgílio, Ovídio e Petrarca. Por volta de 1542, Camões possivelmente mudou-se para Lisboa. Em 1547, viajou para Ceuta, na África. Participou de vários combates e, num deles, perdeu o olho direito. Não se sabe se essa estada em Ceuta foi um degredo motivado por seu carácter turbulento e por amores proibidos, ou se constituiu apenas uma iniciação na carreira das armas, visando também a receber favores reais. Em 1549 ou 1550, regressou a Lisboa.
Maturidade.
Em Lisboa, Camões frequentou tanto os ambientes da nobreza quanto os meios da baixa boémia. No dia 16 de Junho de 1552, envolveu-se numa briga de rua e feriu a espada Gonçalo Borges, que trabalhava nas cavalariças do rei. Foi então preso nos calabouços do Tronco. Algum tempo depois, foi perdoado por Dom João III, rei de Portugal, numa carta datada de 3 de Março de 1553. O motivo do perdão foi o fato de Gonçalo Borges não ter-se ferido gravemente, tendo ele mesmo perdoado a Camões. Dias depois, o poeta partiu para a Índia, a fim de servir o rei em missões militares. Essa viagem não foi uma imposição do rei, condicionando o perdão, mas algo que Camões se dispôs a fazer, visando assim a obter o perdão mais facilmente e, sobretudo, a afastar-se da vida que levava em Lisboa, pois esta não lhe agradava, como ele mesmo revelou em uma carta que enviou da Índia. Entre 1553 e 1555, participou da expedição ao Malabar e talvez da armada enviada ao estreito de Malaca, a fim de combater os piratas que lá actuavam. A seguir foi nomeado provedor dos bens de defuntos e ausentes da China, tendo assim partido em 1556 para Macau.
A obra de Camões é composta sobretudo pela poesia épica e pela poesia lírica. A poesia épica é representada por Os Lusíadas e a poesia lírica por vários tipos de poemas, que recebem o título geral de Rimas. A esses dois conjuntos, que constituem o essencial da obra camoniana, acrescentam-se três autos — Anfitriões, El-Rei Seleuco e Filodemo — e quatro cartas. Os autos não atingem maior nível, nem em relação à sua poesia, nem em relação aos outros autores de peças teatrais da época. As cartas, por sua vez, têm validade como documentos autobiográficos. Além de Os Lusíadas, somente três pequenos poemas líricos foram publicados durante a vida de Camões: a ode Aquele único exemplo, nos Colóquios dos simples e drogas e coisas medicinais da Índia (1563), de Garcia da Orta; a elegia Depois que Magalhães teve tecida e o soneto Vós, ninfas da gangética espessura, nas páginas iniciais do livro História da província de Santa Cruz a que vulgarmente chamam Brasil (1576), de Pero de Magalhães Gândavo. Assim, praticamente toda a obra lírica, a obra dramática e as cartas são de publicação póstuma. Por isso surgiram sérios problemas quanto à autenticidade de muitos textos, sobretudo da obra lírica. Houve edições que publicaram vários textos que na verdade não eram de Camões. Por outro lado, houve edições que, por excesso de cuidados, deixaram de publicar muitos textos que mais tarde se pôde comprovar serem de Camões.
Wednesday, October 29, 2008
Uma viagem ideal
Gostaria de fazer uma viagem pelos meus locais de eleição. Uma viagem sem data de fim. Nesta viagem gostaria de conhecer os locais que me chamam mais à atenção em todo o mundo.
O primeiro país que gostaria de visitar era França, para poder conhecer um pouco de Paris, a cidade do amor. De seguida iria para Amesterdão para visitar aqueles campos enormes repletos de túlipas. A cidade que se seguiria e uma das quais gostaria de passar mais tempo era Milão, passaria uma parte do tempo a fazer compras, visto que Milão é a capital da moda, e outra parte do tempo a conhecer locais da cidade. Deste país partiria para a Grécia, para poder ver os locais mais bonitos do país. Gostaria também de conhecer a Austrália, para poder observar os tão famosos cangurus. De seguida desejaria conhecer a Argentina, visto que é um país que raramente se ouve falar nele, a não ser quando se fala em futebolistas e futebol. Da Argentina gostaria de conhecer a costa ocidental africana. Depois de visitar a África voltaria à América para conhecer o Brasil. O país que eu mais aprecio é o Brasil, pelas suas lindas paisagens e pelo seu clima quente. Gostaria de conhecer todas as cidades, mas tenho mais curiosidade de conhecer o Rio de Janeiro e São Paulo. No Rio de Janeiro gostaria de visitar o Cristo Redentor, também gostaria de visitar todas as praias. Penso que o Brasil é um país magnífico, o único mal são as favelas onde vivem milhares de pessoas. Através das imagens existentes do Brasil, este país deve ser encantador. Era lá que gostaria de passar no mínimo um mês, para poder conhece-lo todo.
Esta viagem é um sonho que gostaria de realizar.
Tuesday, October 14, 2008
Autopsicografia
O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chegaa fingir que é dor
A dor que deveras sente.
E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só as que ele não têm.
E assim nas calhas de roda
Gira a entrter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama coração.
Fernando Pessoa