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  <title>sandra</title>
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  <description></description>
  <language>pt-PT</language>
  <pubDate>Fri, 23 May 2008 12:24:55 +0200</pubDate>
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   <title>Quadras de Fernando Pessoa</title>
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   <description><p>&#160;Quadra 8<br />
<br />
&#160;Dias são dias, e noites<br />
&#160;São noites e não dormi<br />
&#160;Os dias a não te ver<br />
&#160;As noites pensando em ti.<br />
<br />
&#160;Quadra 194<br />
&#160;<br />
&#160;Que tenho o coraçao preto<br />
&#160;Dizes tu, e inda te alegras<br />
&#160;Eu bem sei que o tenho preto:<br />
&#160;Está preto de nódoas negras<br />
<br />
&#160;Quadra 218<br />
<br />
&#160;Eu não sei senão amar-te<br />
&#160;Nasci para te querer<br />
&#160;Ó&#160;quem me dera beijar-te<br />
&#160;E beijar-te até morrer<br />
<br />
<br />
&#160;Escolhi estas quadras porque gosto dos poemas de Fernando Pessoa e porque as achei muito bonitas. Retirei-as do livro "Quadras de Fernando Pessoa" já o li e aconselho-o.</p></description>
   <author>sandra</author>
   <pubDate>Fri, 23 May 2008 12:24:55 +0200</pubDate>
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   <title></title>
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   <description>Ler um livro é como fazer uma viagem e visitar novos mundos.</description>
   <author>sandra</author>
   <pubDate>Thu, 17 Apr 2008 13:38:55 +0200</pubDate>
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   <title>Semana da Leitura</title>
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   <description><font size="3" face="comic sans ms,sand">Quadras de Fernando Pessoa<br />
<br />
Quando tive a bebedeira&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;<br />
Em que te tentei beijar<br />
Eu tinha a verdade inteira<br />
Mas só de o nem desejar.<br /></font></description>
   <author>sandra</author>
   <pubDate>Thu, 13 Mar 2008 12:39:30 +0100</pubDate>
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   <title>Semana da leitura</title>
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   <description><p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><font size="3" face="Times New Roman"><br />
<br />
A Pura Face</font></p>
<p><font size="3" face="Times New Roman">&#160;</font></p>
<p><font size="3" face="Times New Roman">&#160;</font></p>
<font size="3" face="Times New Roman">Como encontrar-te depois de te ter perdido</font>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><font size="3" face="Times New Roman">Uma por uma as tardes que encontrei</font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><font size="3" face="Times New Roman">Ó ser de todo o ser de quem nem sei</font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><font size="3" face="Times New Roman">Se podes ser ao menos pressentido?</font></p>
<p><font size="3" face="Times New Roman">&#160;</font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><font size="3" face="Times New Roman">Não te busquei no reino prometido</font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><font size="3" face="Times New Roman">Da terra nem na paixão com que eu a amei</font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><font size="3" face="Times New Roman">E porque não és tempo não te dei</font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><font size="3" face="Times New Roman">Meu desejo pelas horas consumido.</font></p>
<p><font size="3" face="Times New Roman">&#160;</font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><font size="3" face="Times New Roman">Apenas imagino que me espera</font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><font size="3" face="Times New Roman">No infinito silêncio a pura face</font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><font size="3" face="Times New Roman">Pr’além de vida morte ou Primavera</font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><font size="3" face="Times New Roman">E que a verei de frente e sem disfarce</font></p></description>
   <author>sandra</author>
   <pubDate>Fri, 07 Mar 2008 11:42:33 +0100</pubDate>
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   <item>
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   <title>escrita colaborativa</title>
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   <description>Alguns dias depois, a onça e a raposa voltaram a encontrar-se e começaram a discutir.&#160;A onça insistia que o ovo era do galo, mas a raposa não concordava. Deixaram de se falar durante alguns dias.&#160;Quando se voltaram a encontrar decidiram que iam falar com todos os animais e eles é que iam decidir de quem era o ovo. Quando chegou o dia dos animais se encontrarem a raposa levou a galinha e ovo e a onça levou o galo. Todos os animais votaram.&#160;Após a votação&#160;o mocho fez a contagem dos votos e pediu para que todos fizessem&#160;silêncio. Disse, então, o Mocho:<br />
&#160;- Acabei agora de contar os votos e verifiquei que a maioria dos votos foram para ...&#160;</description>
   <author>sandra</author>
   <pubDate>Thu, 21 Feb 2008 12:46:46 +0100</pubDate>
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   <item>
   <guid>http://sandrapatricia.blog.com/2566010/</guid>
   <title></title>
   <link>http://sandrapatricia.blog.com/2566010/</link>
   <description><span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman'">&#160; <span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman'"><br /></span><br />
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; &#160;<span style="font-size: 20pt; font-family: 'Times New Roman'">Diário do naufrágio<br />
<br />
<b><span style="font-size: 20pt"><font size="3">A actividade na galeota holandesa<br /></font></span></b></span></span><span style="font-size: 18pt"><font size="3">Ao fim da tarde do dia 29 de Setembro de 1759, o céu escurecera rapidamente na região do arquipélago Juan Fernandez a aproximadamente 6 km das costas Chilenas. A tripulação do <i>Virgínia</i> reuniu-se no convés para ver as pequenas chamas que apareciam dos mastros e vergas do navio. Robinson viajava a bordo do <i>Virgínia.</i> A galeota holandesa não tinha nada a recear nem mesmo o mais violento temporal, pois era um barco de forma arredondada, pesado, pouco rápido e era capaz de se manter estável durante a tempestade (pag. 9).<span>&#160;&#160;</span><br /></font></span> <span style="font-size: 20pt"><font size="3"><span>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;</span> <b>A tempestade<br /></b></font></span> <span style="font-size: 18pt"><font size="3">À noite, quando o capitão Van Dayssel viu uma das velas rebentar, mandou baixar as outras e que se fechassem com ele no interior da galeota à espera que a tempestade parasse. O único perigo a temer eram os recifes ou bancos de areia, mas o mapa não indicava nada do género, e por isso tudo levava a pensar que o Virgínia podia navegar centenas de quilómetros sem encontrar obstáculos (pag. 9).<br /></font></span> <b><span style="font-size: 20pt"><font size="3">A procura de um meio de salvação<br /></font></span></b><span style="font-size: 18pt"><font size="3">Robinson viu um grupo de homens a tentar lançar um bote de salvamento e dirigiu-se para o navio. Foi nessa altura que um choque abalou o navio e tudo o que nele se encontrava (pag. 10).<b><br /></b></font></span><b><span style="font-size: 20pt"><font size="3">As horas no mar tempestuoso<br /></font></span></b><span style="font-size: 18pt"><font size="3">O navio afundou-se enquanto viajava para as ilhas de Juan Fernandez. As horas no mar foram muito agitadas devido à tempestade. Quando a lanterna se apagou ainda se via a cabeça do capitão a deslizar sobre a mesa. O mais assustador foi que o navio tinha ficado completamente imóvel, pois devia estar preso num banco de areia (pag.10).<br /></font></span> <b><span style="font-size: 20pt"><font size="3">A chegada à ilha<br /></font></span></b><span style="font-size: 18pt"><font size="3">Quando Robinson voltou a si estava deitado na areia e foi quando uma onda veio lamber-lhe os pés. Robinson sentiu uma dor no ombro e sentou-se com dificuldade. A praia estava cheia de peixes mortos e de algas negras. Olhou oeste e viu uns enormes rochedos com vários recifes (pag. 11).<br /></font></span><b><span style="font-size: 20pt"><font size="3">Os objectos trazidos<br /></font></span></b><span style="font-size: 18pt"><font size="3">Alguns dias depois Robinson foi ao Virgínia ver se haviam destroços que se pudessem utilizar. Trouxe do navio duas caixas de biscoitos, um óculo, dois mosquetes, uma pistola, dois machados, uma pá, uma enxada, um martelo, uma peça de tecido de lã vermelha, um cachimbo de porcelana e do camarote do capitão trouxe uma bíblia que tinha encontrado (pag. 18).<br /></font></span> <b><span style="font-size: 20pt"><font size="3"><span>&#160;</span>Explicação científica de tempestades tropicais<br /></font></span></b><span style="font-size: 18pt"><font size="3">Tempestades tropicais – vento mais violento ocorre durante as tempestades tropicais. Desenvolvem-se sobre o mar, mas podem ser levados para a terra pelo vento. São mais frequentes em três regiões do mundo: No mar das Caraíbas, na parte sul do oceano Índico e no Atlântico Norte clima dos furacões.<br /></font></span> <b><span style="font-size: 20pt"><font size="3">A responsabilidade do homem nas catástrofes naturais<br /></font></span></b><span style="font-size: 18pt"><font size="3">O ser humano lança para a atmosfera grandes quantidades de gases que fazem o efeito de estufa (o Dióxido de Carbono e vapor de água), estes dois gases são os principais responsáveis pelo aumento das temperaturas originando o aquecimento global. O aquecimento global pode originar graves consequências para o planeta Terra tais como: buraco do ozono, o aumento do nível médio das águas dos oceanos devido ao descongelamento das superfícies polares (água em estado sólido), o que origina inundações. Prevê-se que no caso, de não conseguirmos impedir o elevado aquecimento global, que muitas cidades com a subida do nível das águas dos oceanos ficarão submersas.<br /></font></span></description>
   <author>sandra</author>
   <pubDate>Thu, 24 Jan 2008 12:38:28 +0100</pubDate>
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   <title>texto do Jorge Reis-Sá</title>
   <link>http://sandrapatricia.blog.com/2321905/</link>
   <description><b><span style="color: windowtext; font-family: 'Comic Sans MS'"><font size="3">E lembrou-se da viagem que fizeram ao Brasil, no porta-retratos está uma foto de família ao lado do Cristo Rei. Daniel gosta muito dos pais, Miguel e Liliana, Miguel não está cá, porque está a trabalhar em Ibiza, e só vem de mês a mês. Daniel tem saudades do pai.<br /></font></span></b><font size="5"><b><span style="color: windowtext; font-family: 'Comic Sans MS'"><font size="3"><span>&#160;</span>No dia seguinte de madrugada Daniel ouviu a porta de entrada a bater e não sabia o que fazer, por isso deixou-se ficar na cama. Acabou por adormecer e não ouviu mais nada. Eram 10.00h quando Daniel acordou e para sua surpresa encontrou um embrulho aos pés da sua cama. Abriu-o e lá estava o computador portátil que ele já tinha pedido ao pai a muito tempo. Foi a correr para a sala e quando lá chegou ficou super feliz, porque o pai já tinha chegado. Daniel ficou muito feliz quando soube que o pai já não ia trabalhar mais para Ibiza.</font><span>&#160;</span></span></b> <b><span style="color: windowtext; font-family: 'French Script MT'"><br /></span></b></font>
<p><b><span style="color: windowtext; font-family: 'Comic Sans MS'"><font size="5">&#160;</font></span></b></p></description>
   <author>sandra</author>
   <pubDate>Tue, 20 Nov 2007 16:04:08 +0100</pubDate>
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   <item>
   <guid>http://sandrapatricia.blog.com/2216858/</guid>
   <title></title>
   <link>http://sandrapatricia.blog.com/2216858/</link>
   <description><span style="color: windowtext; font-family: 'Comic Sans MS'"><font size="3"><font style="background-color: #ffffff"><span>&#160;</span>O sobrinho do casal, chamado Chian, no dia de véspera de natal, quando entrou na loja viu muitos caixotes e perguntou a tia Miuki de que eram aqueles caixotes. Ela disse-lhe que eram tintas para pôr a venda. Enquanto Chian atendia os clientes, Miuki e Jakie arrumavam os caixotes.<br /></font></font></span><font style="background-color: #ffffff"><span style="color: windowtext; font-family: 'Comic Sans MS'"><font size="3"><span>&#160;</span>Quando o casal estava a fechar a loja, chegou uma encomenda para Chian. O rapaz abriu a encomenda e lá estava um embrulho acompanhado pelo seguinte bilhete:<br /></font></span></font>
<table width="100%" cellpadding="0" cellspacing="0">
<tbody>
<tr>
<td style="background-color: transparent; border: #ece9d8">
<div>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="font-size: 20pt; color: windowtext; font-family: 'French Script MT'"><font size="5" style="background-color: #ffffff">Feliz Natal Chian<br /></font></span></p>
<span style="font-size: 20pt; color: windowtext; font-family: 'French Script MT'"><font size="5"><font style="background-color: #ffffff"><span>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;</span> Da tua amiga<br /></font></font></span> <font size="3"><span style="font-size: 20pt; color: windowtext; font-family: 'French Script MT'"><font style="background-color: #ffffff"><span>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;</span> <span>&#160;&#160;&#160;&#160;</span></font></span><span style="font-size: 24pt; color: windowtext; font-family: 'French Script MT'"><font style="background-color: #ffffff"><span>&#160;</span>Mariana<br /></font></span></font></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<br clear="all" />
<span style="color: windowtext; font-family: 'Comic Sans MS'"><font size="3"><font style="background-color: #ffffff"><span>&#160;</span><br /></font></font></span> <span style="color: windowtext; font-family: 'Comic Sans MS'"><font size="3" style="background-color: #ffffff">Chian abriu o embrulho e lá estava um peluche com a forma de um coração. Quando Chian encontrou Mariana, perguntou-lhe o que era o Natal e ela explicou-lhe. No dia seguinte Chian ofereceu-lhe um perfume.<br /></font></span> <span style="color: windowtext; font-family: 'Comic Sans MS'"><font size="3"><font style="background-color: #ffffff"><span>&#160;</span>Os foram muito amigos.</font><br /></font></span></description>
   <author>sandra</author>
   <pubDate>Tue, 23 Oct 2007 17:44:49 +0200</pubDate>
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   <title>Texto da Anita</title>
   <link>http://sandrapatricia.blog.com/2216845/</link>
   <description><span style="color: windowtext; font-family: 'Comic Sans MS'"><font size="3"><span>&#160;</span>No dia seguinte Anita acordou muito triste, nessa noite tinha recebido a notícia de que a sua mãe tinha piorado. Quando estava a vender as suas<br /></font></span><span style="color: windowtext; font-family: 'Comic Sans MS'"><font size="3">doçuras, apareceu uma senhora, chamada D. Irene, e comprou um frasco. Passadas algumas horas a senhora apareceu la novamente, e disse-lhe:<br /></font></span><span style="color: windowtext; font-family: 'Comic Sans MS'"><font size="3"><span>&#160;</span>- Tu hoje estas triste, não estas?<br /></font></span><span style="color: windowtext; font-family: 'Comic Sans MS'"><font size="3"><span>&#160;</span>- Estou. Mas o que a trás por cá novamente?<br /></font></span><span style="color: windowtext; font-family: 'Comic Sans MS'"><font size="3"><span>&#160;</span>- A tua compota.<br /></font></span><span style="color: windowtext; font-family: 'Comic Sans MS'"><font size="3"><span>&#160;</span>- Porquê? Esta assim tão boa.<br /></font></span><span style="color: windowtext; font-family: 'Comic Sans MS'"><font size="3"><span>&#160;</span>- Não, a tua doçura esta azeda, tal como os teus olhos.<br /></font></span><span style="color: windowtext; font-family: 'Comic Sans MS'"><font size="3"><span>&#160;</span>- O que é que os meus olhos tem a ver com a compota?<br /></font></span><span style="color: windowtext; font-family: 'Comic Sans MS'"><font size="3"><span>&#160;</span>- Sempre que os teus olhos estão tristes a compota está azeda, mas quando os teus olhos estão felizes a compota está docinha.<br /></font></span><span style="color: windowtext; font-family: 'Comic Sans MS'"><font size="3"><span>&#160;</span>- Então isso significa que… – diz Anita<br /></font></span><span style="color: windowtext; font-family: 'Comic Sans MS'"><font size="5"><font size="3"><span>&#160;</span>- <b>A doçura está nos olhos</b> – dizem as duas em coro.</font><span>&#160;</span></font><br /></span></description>
   <author>sandra</author>
   <pubDate>Tue, 23 Oct 2007 17:41:56 +0200</pubDate>
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   <title></title>
   <link>http://sandrapatricia.blog.com/2176136/</link>
   <description>Funções da linguagem Emotiva: que dá vazão a conteúdos de natureza emotiva. Está centrada no sujeito emissor e caracteriza-se por ser uma expressão directa da atitude do emissor em relação àquilo de que fala. Em textos escritos, caracteriza-se por interjeições, exclamações ou adjectivos carregados de subjectividade e diminutivos. Exemplo: «Orra, meu, isso não é bonito!» Função apelativa: Função orientada para o destinatário e procura levar o receptor a reagir. A linguagem publicitária utiliza esta função. Como exemplo, dou um reclame que existia há muitos anos nos bondes em São Paulo (em Portugal: eléctricos): Veja senhor passageiro o belo tipo faceiro que o senhor tem a seu lado. No entanto, acredite: quase morreu de bronquite, salvou-o Rum Creozotado. Função referencial, denotativa ou informativa: centrada no contexto, ocorre sempre que o emissor procura veicular de maneira objectiva conteúdos de natureza cognitiva. Presente nos textos de carácter científico ou jornalístico. Exemplo: este parágrafo. Função fática: ocorre quando se procura estabelecer, manter ou interromper uma comunicação. Através dela o falante verifica se a comunicação é operacional ou se o interlocutor está interessado no que se diz. Exemplos: Alô (no telefone); Ouviu? Função metalinguística: Centrada no código, ocorre quando o falante procura verificar se emissor e receptor estão utilizando o mesmo código. Ao longo de um texto, expressões como «isto é», «ou seja», «quer dizer» são exemplos desta função. Função poética: centrada na própria mensagem, ocorre principalmente na linguagem poética – nas outras formas de actividade verbal o seu papel é secundário. Presente em textos em que se recorre às rimas, ao ritmo, a certos recursos estilísticos como metáforas, por exemplo. Eis uma amostra: Se eu não vejo a mulher que eu mais desejo nada que eu veja vale o que eu não vejo (de Bernart de Ventadora – 1174, traduzido por Augusto de Campos).</description>
   <author>sandra</author>
   <pubDate>Fri, 12 Oct 2007 12:30:40 +0200</pubDate>
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