2007/10/23

 O sobrinho do casal, chamado Chian, no dia de véspera de natal, quando entrou na loja viu muitos caixotes e perguntou a tia Miuki de que eram aqueles caixotes. Ela disse-lhe que eram tintas para pôr a venda. Enquanto Chian atendia os clientes, Miuki e Jakie arrumavam os caixotes.
 Quando o casal estava a fechar a loja, chegou uma encomenda para Chian. O rapaz abriu a encomenda e lá estava um embrulho acompanhado pelo seguinte bilhete:

Feliz Natal Chian

                           Da tua amiga
                Mariana

 
Chian abriu o embrulho e lá estava um peluche com a forma de um coração. Quando Chian encontrou Mariana, perguntou-lhe o que era o Natal e ela explicou-lhe. No dia seguinte Chian ofereceu-lhe um perfume.
 Os foram muito amigos.
Escrito por sandra em 16:44:49 | Link permanente | Comments (1) |

Texto da Anita

 No dia seguinte Anita acordou muito triste, nessa noite tinha recebido a notícia de que a sua mãe tinha piorado. Quando estava a vender as suas
doçuras, apareceu uma senhora, chamada D. Irene, e comprou um frasco. Passadas algumas horas a senhora apareceu la novamente, e disse-lhe:
 - Tu hoje estas triste, não estas?
 - Estou. Mas o que a trás por cá novamente?
 - A tua compota.
 - Porquê? Esta assim tão boa.
 - Não, a tua doçura esta azeda, tal como os teus olhos.
 - O que é que os meus olhos tem a ver com a compota?
 - Sempre que os teus olhos estão tristes a compota está azeda, mas quando os teus olhos estão felizes a compota está docinha.
 - Então isso significa que… – diz Anita
 - A doçura está nos olhos – dizem as duas em coro. 
Escrito por sandra em 16:41:56 | Link permanente | Comments (0) |

2007/10/12

Funções da linguagem Emotiva: que dá vazão a conteúdos de natureza emotiva. Está centrada no sujeito emissor e caracteriza-se por ser uma expressão directa da atitude do emissor em relação àquilo de que fala. Em textos escritos, caracteriza-se por interjeições, exclamações ou adjectivos carregados de subjectividade e diminutivos. Exemplo: «Orra, meu, isso não é bonito!» Função apelativa: Função orientada para o destinatário e procura levar o receptor a reagir. A linguagem publicitária utiliza esta função. Como exemplo, dou um reclame que existia há muitos anos nos bondes em São Paulo (em Portugal: eléctricos): Veja senhor passageiro o belo tipo faceiro que o senhor tem a seu lado. No entanto, acredite: quase morreu de bronquite, salvou-o Rum Creozotado. Função referencial, denotativa ou informativa: centrada no contexto, ocorre sempre que o emissor procura veicular de maneira objectiva conteúdos de natureza cognitiva. Presente nos textos de carácter científico ou jornalístico. Exemplo: este parágrafo. Função fática: ocorre quando se procura estabelecer, manter ou interromper uma comunicação. Através dela o falante verifica se a comunicação é operacional ou se o interlocutor está interessado no que se diz. Exemplos: Alô (no telefone); Ouviu? Função metalinguística: Centrada no código, ocorre quando o falante procura verificar se emissor e receptor estão utilizando o mesmo código. Ao longo de um texto, expressões como «isto é», «ou seja», «quer dizer» são exemplos desta função. Função poética: centrada na própria mensagem, ocorre principalmente na linguagem poética – nas outras formas de actividade verbal o seu papel é secundário. Presente em textos em que se recorre às rimas, ao ritmo, a certos recursos estilísticos como metáforas, por exemplo. Eis uma amostra: Se eu não vejo a mulher que eu mais desejo nada que eu veja vale o que eu não vejo (de Bernart de Ventadora – 1174, traduzido por Augusto de Campos).
Escrito por sandra em 11:30:40 | Link permanente | Comments (1) |