Diário do naufrágio
A actividade na galeota holandesa
Ao fim da tarde do dia 29 de Setembro de 1759, o céu escurecera rapidamente na região do arquipélago Juan Fernandez a aproximadamente 6 km das costas Chilenas. A tripulação do Virgínia reuniu-se no convés para ver as pequenas chamas que apareciam dos mastros e vergas do navio. Robinson viajava a bordo do Virgínia. A galeota holandesa não tinha nada a recear nem mesmo o mais violento temporal, pois era um barco de forma arredondada, pesado, pouco rápido e era capaz de se manter estável durante a tempestade (pag. 9).
A tempestade
À noite, quando o capitão Van Dayssel viu uma das velas rebentar, mandou baixar as outras e que se fechassem com ele no interior da galeota à espera que a tempestade parasse. O único perigo a temer eram os recifes ou bancos de areia, mas o mapa não indicava nada do género, e por isso tudo levava a pensar que o Virgínia podia navegar centenas de quilómetros sem encontrar obstáculos (pag. 9).
A procura de um meio de salvação
Robinson viu um grupo de homens a tentar lançar um bote de salvamento e dirigiu-se para o navio. Foi nessa altura que um choque abalou o navio e tudo o que nele se encontrava (pag. 10).
As horas no mar tempestuoso
O navio afundou-se enquanto viajava para as ilhas de Juan Fernandez. As horas no mar foram muito agitadas devido à tempestade. Quando a lanterna se apagou ainda se via a cabeça do capitão a deslizar sobre a mesa. O mais assustador foi que o navio tinha ficado completamente imóvel, pois devia estar preso num banco de areia (pag.10).
A chegada à ilha
Quando Robinson voltou a si estava deitado na areia e foi quando uma onda veio lamber-lhe os pés. Robinson sentiu uma dor no ombro e sentou-se com dificuldade. A praia estava cheia de peixes mortos e de algas negras. Olhou oeste e viu uns enormes rochedos com vários recifes (pag. 11).
Os objectos trazidos
Alguns dias depois Robinson foi ao Virgínia ver se haviam destroços que se pudessem utilizar. Trouxe do navio duas caixas de biscoitos, um óculo, dois mosquetes, uma pistola, dois machados, uma pá, uma enxada, um martelo, uma peça de tecido de lã vermelha, um cachimbo de porcelana e do camarote do capitão trouxe uma bíblia que tinha encontrado (pag. 18).
Explicação científica de tempestades tropicais
Tempestades tropicais – vento mais violento ocorre durante as tempestades tropicais. Desenvolvem-se sobre o mar, mas podem ser levados para a terra pelo vento. São mais frequentes em três regiões do mundo: No mar das Caraíbas, na parte sul do oceano Índico e no Atlântico Norte clima dos furacões.
A responsabilidade do homem nas catástrofes naturais
O ser humano lança para a atmosfera grandes quantidades de gases que fazem o efeito de estufa (o Dióxido de Carbono e vapor de água), estes dois gases são os principais responsáveis pelo aumento das temperaturas originando o aquecimento global. O aquecimento global pode originar graves consequências para o planeta Terra tais como: buraco do ozono, o aumento do nível médio das águas dos oceanos devido ao descongelamento das superfícies polares (água em estado sólido), o que origina inundações. Prevê-se que no caso, de não conseguirmos impedir o elevado aquecimento global, que muitas cidades com a subida do nível das águas dos oceanos ficarão submersas.

